
Sabe-me bem falar com o vento e deixar que as minhas palavras se integrem no ciclo da água; no ciclo da vida.
Não se sabe onde vão precipitar, tomando nada como garantido. É assim que a vida deve ser encarada.
Tudo o que aconteceu este ano, esta sequência de acontecimentos, levou a que eu vivesse mais o presente. Este carpe diem que me descansa a alma.
Obrigado Universo por manteres tudo unido com a tua cola plasmática. Analogamente gostava que o fizesses comigo também.


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